Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.

Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.
Tire o pé do acelerador e redimensione sua vida.
O Profeta diz a todos: "eu vos trago a verdade", enquanto o poeta, mais humildemente, se limita a dizer a cada um: "eu te trago a minha verdade."

Mario Quintana

Editorial

Embora o Brasil não esteja em uma boa fase de sua história e não esteja sendo bem administrado, retroceder ao passado, principalmente àquele passado mais remoto e sem resultados satisfatórios para a coletividade, não é a solução.

Uma geração acreditou que, quando a oposição chegasse ao poder, finalmente, sentir-se-ia representada. Votou em um candidato à presidente que caiu e se levantou, algumas vezes, mas agora já não sabe mais em quem confiar, porque não há mais representações legítimas, para os trabalhadores e os estudantes. Existem apenas partidos para representar seus próprios interesses ou defender os privilégios de seus aliados diretos.

Dar vazão às mentes e às vozes que querem questionar e repensar o Brasil de uma maneira distinta, objetiva e imparcial. É para isto que estamos aqui.

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domingo, 23 de julho de 2017

Nação laboriosa



                   Como foi aprovada recentemente pelo Congresso Nacional a proposta de reformas na legislação trabalhista que devem mexer profundamente nas relações de trabalho, aproveitamos o ensejo para lançar algumas reflexões sobre a importância do trabalho em nossas vidas. Aqui não cabe julgar se essa reforma trabalhista é justa, lícita, moral e ética ou não, mas, apesar de as mudanças aprovadas não terem saído tão draconianas como o esperado e de elas terem pontos positivos e pontos negativos, ainda está evidente que querem implementar leis condizentes com as realidades de países de primeiro mundo num país de terceiro mundo. A justificativa de seus idealizadores é que a legislação trabalhista brasileira precisa ser atualizada e modernizada. O mesmo fizeram com a legislação de trânsito, há quase vinte anos. Se vai dar certo ou não, só o tempo dirá.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

O Grande Irmão Brasileiro



                 Em postagens anteriores, levantamos a questão da persistência das facetas persecutória, tributária, repressora e opressora do Estado em todas as eras. E essas facetas se tornam mais evidentes na atualidade, por meio de elementos como, por exemplo, o cuidado ampliado com a parte de trânsito, em detrimento dos cuidados com áreas essenciais e prioritárias como, por exemplo, saúde, educação, segurança pública e geração de empregos.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

A verdadeira fome



                   Pesquisadores da Universidade Federal do Ceará (UFC) estão estudando a possibilidade de uma introdução gradual de uma dieta à base de insetos em nosso meio, inicialmente com a inserção de insetos criados e processados em laboratório em pratos típicos da culinária local, como tapiocas, por exemplo. O emprego de insetos na culinária, bastante comum em países como a China, por exemplo, já não é novidade no Brasil, embora ainda seja incomum e pouco difundido por aqui, onde os pesquisadores estão motivados, principalmente, por um estudo das Nações Unidas que indica possível escassez de alimentos, quando a Terra atingir a marca de 9 bilhões de habitantes, o que está previsto para acontecer em 2050, se o atual ritmo de crescimento da população mundial se mantiver.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Uma nação de vacilões



          Há algumas semanas, um rapaz de 17 anos, ao ser acusado de tentar furtar uma bicicleta de um deficiente físico, foi capturado por pessoas que resolveram fazer justiça com as próprias mãos, tatuando-lhe a fronte com a frase "eu sou ladrão e vacilão" e gravando o trabalho num vídeo que acabou caindo nas redes sociais. Se o jovem realmente cometeu o crime que lhe foi imputado, ele assumiu o risco de sofrer alguma consequência de seu ato ilícito, cedo ou tarde e de um jeito ou de outro, porque, como diz o adágio popular, quem planta o mal colhe o mal, o que não deixa de ser lamentável. Mesmo assim, muitos já não se importam mais com as consequências de seus atos.